• Locações de contêineres
A megaoperação deflagrada nesta terça-feira (11) pela Polícia e pelo Ministério Público chegou à Goinfra e colocou a agência estadual no centro das investigações.
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos setores de Licitações e da Procuradoria. Ao mesmo tempo, documentos obtidos pela reportagem mostram que a Goinfra mantinha contratos de locação de contêineres com uma empresa que está entre os alvos da investigação.
• Contêiner para fiscalização
Um dos contratos tinha como objetivo a aquisição de dois conjuntos de salas duplas no estilo contêiner. A própria Goinfra explica no documento que as estruturas seriam usadas como Bases de Fiscalização Avançadas, montadas temporariamente em locais onde não existissem instalações adequadas.
• Apoio aos romeiros
Outro contrato envolvia locação e montagem de tendas, estruturação de um centro de apoio aos romeiros no km 14 da GO-237, além da disponibilização de contêiner e gerador de energia elétrica com combustível para a Polícia Militar.
O objetivo era dar suporte à segurança dos romeiros durante a Festa de Nossa Senhora da Abadia do Muquém, no trecho entre Niquelândia e Muquém. O procedimento aparece no documento como Pregão Eletrônico 053/2022.
• Barreiras na GO-164
Há ainda registro de contrato para locação de estruturas modulares, os contêineres, destinadas a postos fixos da Goinfra. O documento cita barreiras instaladas na GO-164, km 604, em Araguapaz, e na GO-164, km 738, em Mundo Novo.
• Perguntas
Algumas perguntas sobre esses contratos precisam de respostas: os contêineres foram realmente entregues? Os contratos com a Goinfra também são alvos? Por que Daniel Vilela, Caiado e Pedro Sales continuam calados?

















