• Denúncia de dentro
Uma denúncia anônima feita ao G24H por um servidor que afirma atuar na regulação estadual de urgência revela um cenário dramático na saúde pública de Goiás. Segundo ele, pacientes graves permanecem em hospitais do interior porque faltam vagas para transferi-los a unidades com estrutura e especialistas para atendê-los.
• “Não tem vaga”
O servidor aponta Hugo e Hugol superlotados como dois dos principais gargalos. Segundo ele, a regulação não consegue simplesmente internar determinados pacientes: encaminha o pedido e aguarda a unidade avaliar se aceita. “Não tem vaga”, afirma.
• 52 UTIs a menos
A denúncia traz outro dado grave: segundo o servidor, 52 leitos de UTI contratualizados em Nerópolis deixaram de atender à regulação estadual após o encerramento do convênio. Ele afirma que pacientes gravíssimos eram encaminhados diretamente para esses leitos.
• Gargalo e Justiça
O relato também aponta dificuldades para conseguir atendimento em trauma de coluna e cirurgia vascular. Segundo a fonte, casos de coluna acabam concentrados no Hugo e Hugol, enquanto pacientes vasculares podem enfrentar espera e até precisar recorrer à Justiça para conseguir tratamento.
• “Estão morrendo”
A parte mais grave da denúncia: “Tem muita gente morrendo no interior por falta de leito.” Daniel Vilela precisa explicar o que está acontecendo com a regulação da saúde em Goiás.

















