Veja o que ficou decidido na reunião entre Marconi e Cármen Lúcia

Em visita a Goiás, palco de três rebeliões em presídios desde o começo de 2018, a ministra Carmen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), acertou com o governador Marconi Perillo (PSDB), com o presidente do Tribunal de Justiça, Gilberto Marques Filho, e com o presidente da OAB-Goiás, Lúcio Flávio de Paiva, mudanças do sistema prisional de Goiás.

Ficou decidido que Executivo e Judiciário realizarão, com a máxima urgência, o recadastramento de todos os presos do regime fechado e semiaberto no Estado (este trabalho deveria ser entregue pelo Judiciário em maio, mas a pedido da ministra ficará pronto em março). Requereu-se ao TJ um mutirão para progressão de penas e ficou marcada para o dia 9 de fevereiro uma inspeção no presídio.

Numa nota divulgada no começo da tarde, o governo esclareceu uma confusão: não houve desmarcamento da vistoria ao Complexo de Aparecida, como foi informado em alguns veículos de comunicação. A visita sequer havia sido solicitada, segundo o texto.

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