Tempo real: diretora do Basileu França diz que é preciso manter as conquistas do instituto, em audiência comandada por Talles

A diretora do Instituto Tecnológico do Estado de Goiás (Itego) em Artes Basileu França, Lóide Batista Magalhães Silva, diz que sua principal meta é ser uma referência em educação cultural profissional no Estado. “Temos 3 mil alunos presenciais e ainda temos três colégios tecnológicos agregados ao Basileu onde atendemos mais 300 alunos”, afirmou, em audiência pública que acontece neste momento no auditório Solon Amaral. O evento, que é uma iniciativa da Comissão de Educação, presidida pelo deputado Talles Barreto (PSDB), debate sobre a situação das escolas de artes de Goiás.

Ao todo, são mais de 150 cursos de nível técnico e de nível tecnológico, entre outros. “Nosso foco é atender alunos em formação profissional, inclusive já exportamos vários alunos para outros países. Estamos abastecendo o mercado nacional e internacional”, destaca Lóide. “Precisamos manter as conquistas, especialmente as redes, por isso precisamos do apoio da Assembleia Legislativa. Estamos enfrentando atrasos nos pagamentos das nossas bolsas. Precisamos também manter as áreas que já temos, como a orquestra jovem”, destacou.

Além da diretora Lóide, quem também falou no evento foi o professor Juliano de Castro Silvestre, que trabalha no Basileu França desde 2015. “O Instituto Mauro Borges mostra que 300 mil goianos trabalham na área cultural, então é um instrumento para socialização e inserção de trabalhadores no mercado de trabalho, sendo a grande força da economia deste século”, afirmou.