Não é só o Fica. Cultura em Goiás parou geral na gestão de Edival Lourenço e Caiado

Não é só o Fica, que corre o risco de ser extinto. O secretário de Cultura de Caiado, Edival Lourenço, não tem plano e nem proposta geral para a cultura em Goiás, pelo que se tem notícias.
Nos últimos dias, a imprensa colocou em voga a realização do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental. Na verdade, Caiado não quer realizar o festival, alega falta de dinheiro, mas ele não quer dar continuidade ao festival por ter sido criado no governo de Marconi Perillo. Isso estã claro. É picuinha política.
Além do Fica, a Cultura em Goiás enfrenta outros problemas: há mais de 300 projetos do Fundo de Arte e Cultura sem receber e as captações da Lei Goyazes sofrem com irregularidades. Edival não tem força para cobrar soluções para esses problemas. Ele anda pra baixo e pra cima com o governador, mas não está fazendo nada pela cultura no Estado. Está preocupado com o cargo, com o umbigo. Esqueceu que até ontem era escritor, que escrevia projetos e que era muito querido pelos artistas e produtores culturais. Edival não consegue resolver os problemas da pasta, não consegue lançar planos de solução para os impasses. Mas consegue se manter no cargo. Ele se esquece que a cultura em Goiás é forte, movimenta muitos projetos e eventos na capital e no interior. E ele pode cravar na sua biografia a denominação do secretário que acabou com a cultura em Goiás. Artistas e produtores sentem saudades de Gilvane Felipe e Raquel Teixeira. Aguardando os próximos capítulos…