Missa de domingo na Catedral Metropolitana de Goiânia é interrompida após padre ser acusado de ler carta comunista

No ultimo domingo (1o.), ao ler uma carta da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Sócio Transformadora de apoio ao Grito dos Excluídos, o padre que rezava a missa da Catedral Metropolitana de Goiânia foi interrompido por uma mulher.

“Isso é coisa de comunista”, bradou a mulher, que passou a fazer discurso bolsonarista atacando a chamada igreja progressista.

Logo, ele passou a defender a expulsão dos padres “comunistas” da igreja, afirmando que a carta do Bispo Dom José Valdeci Santos Mendes que estava sendo lida, era coisa do “demônio”.

Instalado o mal estar, a missa foi interrompida e um estranho debate tomou conta da Catedral.

Eis para onde caminhamos: radicalismo, censura, intolerância, autoritarismo e cerceamento da liberdade de expressão.

Leia a íntegra da carta cujo teor “comunista” gerou a confusão na missa dominical da Catedral Metropolitana de Goiânia: