Exclusivo: Nailton Oliveira, vice-presidente e delator da diretoria que caiu na Codego, é o segundo caso de afronta à Lei das Estatais

A Codego, já conhecida nas páginas policiais por escândalos de corrupção que resultaram na queda de uma diretoria quase inteira no governo Caiado, permanece mantendo a fama ruim. O vice-presidente, Nailton Oliveira, é o segundo caso denunciado por nossos leitores de ilegalidade em ocupação no cargo contrariando a Lei das Estatais.

Assim como Alexandre Compleite Ribeiro, irmão do deputado Amauri Ribeiro, Nailton também fere a lei 13.300/2016, que traz em seu artigo 17, parágrafo 2o. a vedação da indicação para qualquer diretoria em estatais de pessoa que atuou nos últimos 36 meses como participante de estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado a organização, estruturação ou realização de campanha eleitoral.

Tendo currículo intenso na vida de militância do PMDB em Goiás, Nailton foi ex-prefeito de Bom Jardim de Goiás por quatro mandatos, presidente e criador da Federação Goiana de Municípios (FGM) e líder do partido desde do início dos anos 1980, sendo forte dirigente partidário fiel ao seu líder Iris Rezende Machado.