Movimento da Adial começa por Rio Verde esvaziado e sob desconfiança de ser palanque político para impulsionar candidatura de Otavinho Lage a governador

O Movimento em Defesa do Desenvolvimento e dos Empregos em Goiás começa a série de encontros por cidades polo esvaziado com o estigma de palanque de oposição ao governo Caiado.

A iniciativa foi concebida pela Adial para pressionar o governo de Goiás a manter incentivos fiscais que financiam grandes empresas em Goiás por meio de créditos outorgados e isenções de ICMS.

O líder do movimento é o usineiro Otávio Lage Filho, o Otavinho, que é filiado ao PSDB e já foi prefeito de Goianésia. Ele tem o nome relacionado na legenda tucana para disputar o governo estadual em 2022.

Além de Rio Verde, que sedia a primeira edição do movimento nesta segunda-feira (30), mas quatro seminários serão realizados nas próximas semanas em Anápolis, Itumbiara, Catalão, Goianésia e Goiânia.

Entidades empresariais e de trabalhadores estão com o pé atrás em relação à mobilização da Adial porque temem ser usadas politicamente na queda de braço entre a entidade e o governo Caiado.