Depois do passaralho, cada jornalista do Popular é obrigado a fazer o serviço de três ou quatro demitidos 

Depois que a cúpula do Grupo Jaime Câmara passou o rodo e mandou pra rua pelo menos 15 profissionais, os jornalistas que ficaram agora são obrigados a fazer o serviço antes feito pelos demitidos no passaralho.

Com medo de também perder o emprego, a turma acata as ordens da direção, mas nos grupos de WhatsApp o pau na família Câmara rola solto.

Os jornalistas reclamam que estão sendo explorados.

Estranhamente, nem o Sindicato dos Jornalistas nem Fenaj se manifestaram a respeito da burla às regras trabalhistas que estaria ocorrendo na Serrinha.