Daniel Vilela diz que Vanderlan “ultrapassou os limites do processo eleitoral”

Veja abaixo matéria do site Diário de Goiás:

Maguito tem se comportado bem ao tratamento recebido no Hospital Albert Einstein. Se não tivesse sido acometido pela covid-19, estaria a essas alturas e às vésperas do segundo turno, ‘tranquilo’. Essa é a percepção que Daniel Vilela, filho do candidato e um dos principais articuladores da campanha na falta do pai tem e manifestou em entrevista exclusiva ao Diário de Goiás ontem (24/11). Ele também pontuou que Vanderlan “ultrapassou os limites do processo eleitoral” com insinuações sobre o estado de saúde do ex-governador do Estado, mas ponderou que “é uma situação superada”.

Daniel Vilela atendeu o jornalista Altair Tavares, editor do DG por telefone e também falou sobre o pedido que Vanderlan Cardoso tem feito da campanha emedebista colocar o vice-candidato junto aos debates. O ex-deputado federal pontuou que esse tipo de situação não faz parte do jogo eleitoral. “A grande maioria dos veículos que gostariam de fazer debates e que tem conceito e credibilidade sabem que isso não é usual. Quando o Bolsonaro viveu o seu problema de saúde na eleição de 2018 nunca foi ventilado a possibilidade de seu vice substituí-lo nos debates”, pontuou.

Também reforçou confiança no vice, Rogério Cruz (Republicanos) e que ele tem tido um papel fundamental na campanha. “Estamos seguindo em frente, o nosso candidato a vice é uma pessoa preparada que nós temos muito orgulho da sua presença junto e ele está fazendo suas atividades de campanha substituindo o candidato que é o mais importante e o papel dele neste momento.”

Comentários de Vanderlan

Sobre os comentários que Vanderlan tem feito, colocando em xeque, o real estado de saúde do pai, Daniel disse que já é uma “situação superada”. O candidato do PSD chegou a dizer que o MDB estava fazendo ‘estelionato eleitoral’ com o estado de saúde de Maguito Vilela. “Eu acho que isso é uma situação superada. Mais do que a nossa avaliação de que é de alguém que baixou a linha cintura, alguém que ultrapassou todos os limites do processo eleitoral.”