terça-feira , 2 junho 2026
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Procurador do MPF diz que “mulher teria obrigação sexual com marido” e se dá mal. Caso parou na corregedoria #estupromatrimonial

As mensagens do procurador Anderson Santos provocaram reação entre procuradoras, que defendem apuração do caso pela corregedoria do Ministério Público Federal de São Paulo, pois, os pensamentos do procurador estariam legitimando o “estupro matrimonial”.

Em uma lista interna de trabalho, Anderson associou o feminismo a um transtorno mental e defendeu o que chamou de “débito conjugal”, pelo qual a mulher teria “obrigação sexual” a cumprir em relação ao parceiro.

Ao analisar as representações, a corregedoria avaliará se há elementos para apurar a conduta do procurador, que ficaria sujeito a advertência, censura, suspensão ou demissão.

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