Vigilância
• O Ministério da Saúde confirmou os primeiros oito casos da variante XFG da Covid-19 no Brasil – seis no Ceará e dois em São Paulo. A nova cepa, classificada pela OMS como “sob monitoramento”, já foi detectada em 38 países.
Características da XFG
• Derivada da Ômicron, a variante apresenta mutações genéticas que podem aumentar sua transmissibilidade.
• Ainda não há registros de mortes associadas, mas a OMS alerta para seu rápido avanço: nas Américas, a presença da XFG saltou de 7,8% para 26,5% em semanas.
Sintomas atípicos
• Diferente das primeiras linhagens, a XFG causa sintomas semelhantes aos da gripe: coriza, tosse e dor de garganta.
• Pacientes também relatam insônia e ansiedade – efeitos antes associados à subvariante JN.1.
• Febre, antes comum, agora é rara em casos leves.
Risco controlado
• A OMS mantém o risco global como “baixo”, mas destaca a necessidade de monitoramento contínuo.
• No Sudeste Asiático, a XFG já é dominante em algumas regiões.
Estratégia
• O Ministério da Saúde reforça que a vacinação segue sendo a principal arma: em 2025, o Brasil distribuiu 14,2 milhões de doses.
• Desde 2024, a vacina contra Covid-19 integra o calendário nacional para grupos prioritários (crianças, gestantes e idosos).

















