• Só me matando, Caiado
Três agentes da Polícia Militar, servidores da Casa Militar do Palácio, me agrediram covardemente. Cinco anos depois, fui preso injustamente. A prisão aconteceu dentro de um avião da Latam, em Brasília, no último domingo (1), e revelou o incômodo até mesmo dos agentes da Polícia Federal que cumpriram o mandado.
Também ficou evidente o constrangimento dos agentes da Polícia Civil que me mantiveram custodiado por cerca de 12 horas. Todos, aliás, merecedores de meus sinceros agradecimentos pela forma respeitosa e humana com que me trataram. Estavam espantados.
Vou repetir: para me calarem, só me matando. Assim como foi feito com Fábio Escobar, Caiado. Avise ao Jorge Caiado.
• A origem do processo
Não havia motivo. Não havia crime. Não havia desonra. Não havia calúnia. Não havia difamação de minha parte.
O que existia era um texto publicado no Goiás 24 Horas, escrito por Paulo Tadeu Betencourt, informando que Leone Caiado foi nomeado superintendente da Polícia Penal por ser primo do governador Ronaldo Caiado.
A reportagem tratava da nomeação e do vínculo familiar. Mesmo assim, a ação judicial foi movida contra mim. Depois de anos lutando na justiça, outro primo do governador, Jorge Caiado, vem a público e diz que Leoni Caiado só está no cargo por interfer6encia direta e familiar. Ou seja, mesmo escrito por um canalha na época, o texto não mentiu, não caluniou, não teve crime. Mas como todos sabem como funciona em Goiás: manda quem pode”…
• Verdade seja dita
A família do Caiado está pendurada de cabo a rabo no governo de Goiás, mamando nas tetas, sugando, tomando dinheiro. Foi reportagem aqui no Goiás24horas, repercutida nacionalmente em jornais de São Paulo.
Esse povo, essa gente, vive das tetas públicas há séculos. É um povo que humilha as pessoas, arrogante, que atropela os mais pobres, que faz grilagens de terras, que vive do trabalho escravo por séculos, mesmo nos dias de hoje.
Não pode denunciar senão leva porrada na cara, é tiro, porrada e bomba, leva difamação no “meu judiciário do Caiado”, e por fim é preso numa prisão que causou espanto a todos os agentes da lei, absolutamente todos que foram obrigados a cumprir aquilo, completamente assustados por terem que sujar as mãos literalmente nessa safadeza do Caiado. Mas não poderia ser diferente, não. É Caiado, sendo Caiado.
Cristiano Silva
Editor

















