• Dez promotores denunciaram esquema
Em novembro de 2025, dez promotores de Justiça ingressaram com ação civil pública pedindo o bloqueio imediato de valores de contratos firmados pela Goinfra e pela Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) em obras realizadas em Rio Verde. O Ministério Público sustenta que a medida é necessária para proteger o erário e interromper pagamentos considerados irregulares a empreiteiras contratadas sem licitação.
• Pedro Sales, o idealizador do rolo
O presidente da Goinfra, Pedro Sales, aparece no centro do caso. Segundo a ação, foi sob sua gestão que termos de compromisso foram assinados com cooperativas e empresas privadas, com dispensa de licitação. Para o MP, o modelo de parceria adotado viola princípios constitucionais e permitiu a aplicação de recursos públicos fora do controle legal.
• O agro na fria
Entre os citados estão a Comigo e a Cereal S/A, grandes nomes do agronegócio regional, envolvidos em contratos que somam mais de R$ 327 milhões. O Ministério Público afirma que o regime de compensação firmado pela Goinfra e pela Seinfra acabou associando produtores a contratos sob questionamento.
De acordo com os promotores, as empresas executoras — Eterc Engenharia, A3 Terraplanagem e Ética Construtora — teriam obtido margens de lucro consideradas ilícitas em obras públicas. O pedido de bloqueio patrimonial busca impedir novos repasses e assegurar a devolução de valores aos cofres públicos, enquanto a Justiça analisa o caso.
Meter a mão no dinheiro com obras superfaturadas e sem licitação virou especialidade desse governo, mas está acabando, graças a Deus. Faltam 28 dias para Caiado nunca mais!

















