• Bonzinho
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a mudar de tom sobre o tarifaço contra importações.
Após fechar um novo acordo comercial com a União Europeia, Trump afirmou nesta terça-feira (28) que defende agora uma taxação global entre 15% e 20%, aplicada a todos os países.
O recuo ocorre após semanas de incertezas, em que o presidente norte-americano alternou falas agressivas com gestos de conciliação.
Em tom descontraído, Trump declarou que deseja ser “bonzinho”com todos os países.
• Espicha e encolhe
Tudo indica que ele não irá adotar tarifas elevadas contra a China, cuja taxação já alcançou 145% em momentos anteriores e agora recuou para 30%.
Segundo fontes ligadas à Casa Branca, o presidente avalia que atingiu um ponto de equilíbrio nas negociações com seus principais parceiros comerciais.
• Já fisgou os grandes
Nos últimos meses, os EUA fecharam acordos com Reino Unido, União Europeia e Japão — três dos maiores mercados aliados.
Isso teria levado Trump a adotar uma postura mais estável, segundo analistas, que veem na proposta de tarifa global um movimento para encerrar a guerra comercial em condições “controladas”.
• Impacto no Brasil
Para países como o Brasil, que esperavam uma taxação moderada de até 10%, a alíquota entre 15% e 20% representa um baque, mas ainda é considerada viável.
O grande temor era a imposição de tarifas de até 50%, o que, segundo setores produtivos, seria insustentável.

















