Pressão
• Em viagem a Washington D.C., Eduardo Bolsonaro (PL-SP) declarou que está disposto a “ir às últimas consequências” para retirar Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal. O deputado articula com autoridades norte-americanas novas sanções contra membros do Judiciário e do governo brasileiro, alegando violações de direitos humanos e perseguição política.
Ofensiva
• A agenda nos EUA inclui encontros com assessores da Casa Branca e representantes dos Departamentos de Estado e do Tesouro.
• Moraes é o principal alvo, mas o deputado também citou Hugo Motta e Davi Alcolumbre como possíveis futuros sancionados.
• As conversas têm como base a Lei Magnitsky, que prevê bloqueio de bens e proibição de entrada em território americano.
• A visita ocorre em meio a tensões comerciais, após os EUA elevarem para 50% a alíquota de importação sobre parte das exportações brasileiras.
• Eduardo defendeu as sanções mesmo com impactos na economia, afirmando que “a liberdade vale mais do que a economia”.
Investigações no Brasil
• Eduardo é investigado pelo STF por suposta obstrução de investigações e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito.
• A PGR aponta que o deputado fez declarações e postagens incentivando sanções a ministros e autoridades brasileiras.

















