• Ligação perigosa
Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil e aliado direto do governador Ronaldo Caiado, apareceu nas investigações da Operação Carbono Oculto, conduzida pela Polícia Federal em parceria com o Ministério Público de São Paulo.
Segundo revelou o Metrópoles, Rueda seria dono oculto de jatos executivos, registrados em nome de terceiros e fundos de investimento, usados também por investigados ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
• Aviões suspeitos
As aeronaves, entre elas um Cessna 560XL, são operadas pela empresa Táxi Aéreo Piracicaba (TAP), já contratada por políticos de renome.
Uma delas está formalmente em nome da Magik Aviation, ligada à Bariloche Participações S.A., companhia de empresários investigados em outro escândalo, a Operação Sisamnes, sobre venda de sentenças no STJ.
Os fundos Bariloche FIP e Viena, usados na estrutura, foram classificados como “caixa-preta”, por não apresentarem documentos suficientes para auditorias independentes.
• Esquema bilionário
A Carbono Oculto expôs a infiltração do PCC no setor de combustíveis, envolvendo cerca de mil postos e movimentação de mais de R$ 50 bilhões entre 2020 e 2024.
O esquema também alcançou Goiás: uma usina em Porteirão, ligada ao PCC, recebeu R$ 265 milhões em incentivos fiscais do governo Caiado pelo programa Produzir.

















