• Pré-campanha
O jornal O Popular desta quarta-feira (24), em reportagem da jornalista Fabiana Pucinelli, revelou que Ronaldo Caiado se ausentou 75 dias do governo de Goiás para viajar pelo país em sua pré-campanha presidencial.
Em pelo menos um terço dessa agenda, utilizou avião da frota oficial do estado, o jato PT-STK, além de equipes de segurança e comunicação custeadas pelos cofres públicos.
• Farra
Servidores pagos pelo estado acompanharam o governador produzindo material para redes sociais, TikTok e Instagram, com claro viés de promoção eleitoral.
O governo tentou justificar as viagens como “compromissos oficiais fora de Goiás”. Mas que compromisso institucional existe em Barretos, onde Caiado bradou contra o presidente da República e anunciou sua pré-candidatura aos gritos?
• Turismo
As excursões internacionais para Japão, Portugal e China não trouxeram qualquer resultado concreto para Goiás.
Responda: o que o Estado ganhou com a participação de Caiado no evento realizado em Lisboa pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, batizado de “Gilmarpalooza”?
Nenhuma empresa se instalou, nenhum investimento relevante chegou. A única entrega dessas viagens foi visibilidade política pessoal para Caiado e tudo pago com dinheiro público: diárias, hotéis 5 estrelas e jantares luxuosos.
O saldo é de um governador ausente, que transforma a agenda oficial em palanque de campanha.
• Estado Abandonado
Enquanto isso, Goiás fica entregue ao vice-governador Daniel Vilela (MDB), limitado em gestão, que já virou o “marajá das vistorias” em obras inacabadas.
Aliás, outro useiro da estrutura do estado para percorrer cidades tentar aparecer como pré-candidato a governador, sugando nas tetas públicas, como se fosse um “bezerro marruco”.
O resultado é uma onda de abuso de poder político e econômico, uma farra com o dinheiro público de Goiás.

















