• Operação bilionária
Nesta terça-feira (4), a Polícia Civil deflagrou uma operação contra uma organização criminosa responsável por movimentar quase R$ 1 bilhão em esquemas de lavagem de dinheiro e empresas de fachada.
Foram 61 mandados de busca e apreensão cumpridos em Goiás, São Paulo, Santa Catarina, Maranhão, Paraíba, Amazonas e Tocantins, com apoio das polícias civis desses estados.
• Facção goiana
A investigação revelou que o grupo criminoso operava a partir de Goiás, com ramificações em outros estados e até conexões internacionais.
Somente em contas bancárias de laranjas e empresas fantasmas, a facção movimentou mais de R$ 630 milhões.
As transações, segundo a polícia, vinham de atividades ilícitas e sustentavam o enriquecimento de líderes e operadores financeiros ligados ao crime organizado.
• Falsa sensação de segurança
O caso bate de frente com o discurso oficial Caiado (UB), que dizia que em Goiás não tinha bandidos, em afirmar que ele “acabou com o crime”.
A nova operação mostra que, durante os oito anos de sua gestão, o crime se sofisticou, expandiu suas redes e diversificou suas formas de atuação.
• Na ferida
Enquanto Caiado investe em propaganda para reforçar uma imagem de eficiência na segurança pública, a realidade aparece nos números:
Primeiro Comando da Capital (PCC) dono de rede de postos de combustíveis para lavar dinheiro no Estado;
Bilhões lavados, empresas de fachada e uma estrutura criminosa que sobrevive dentro e fora das fronteiras de Goiás;
E a notícia da Folha de São Paulo sobre a rota caipira, tendo Goiás como maior laboratório de cocaína do Brasil. Essa é a realidade.

















