Protesto do SIMEGO
• Membros do Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO) participaram da sessão na Câmara Municipal e cobraram a revisão da medida da Prefeitura de Goiânia que reduz 35% dos valores pagos em plantões. Vereadores fizeram coro ao pedido da categoria.
Corte salarial
• Publicado em novembro, o novo edital de credenciamento médico da Prefeitura de Goiânia reduz entre 15% e 35% os valores pagos pelos plantões.
• A medida, que afeta diretamente os salários de todos os profissionais atualmente contratados. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o objetivo é suprir déficits históricos ampliando o acesso da população aos serviços de saúde, com aumento no número de médicos de 730 para mais de 1.800.
• Em contrapartida, o diretor de Assuntos Políticos do SIMEGO, Eduardo Santana, vê como um retrocesso e fez duras críticas a medida da prefeitura.
• “O serviço público precisa ser a referência do respeito e da dignidade de cada cidadão… Quando se coloca que o processo dê precarização é o instrumento pra disponibilizar as pessoas precarizadas pra sociedade, o gestor não merece o cargo que ocupa”, apontou o diretor.
Ressonância com os vereadores
• Durante a sessão desta terça-feira (02), sindicato dos médicos compareceram na Câmara para protestar e fazer pressão. O vereador Igor Franco (MDB), destacou que há uma precarização da saúde em Goiânia.
• “Hoje nós temos uma saúde precarizada, não tem o básico nas unidades, a situação está catastrófica. A forma como o prefeito está cuidando da saúde em Goiânia está arrebentando e precarizando e agora está chegando nos servidores”, destacou o parlamentar.
Foto: Divulgação Câmara Municipal

















