• Versão mentirosa
A morte do adolescente Leonardo Alves Venâncio, de 17 anos, ganhou novo rumo após a divulgação de um vídeo pela TV Anhanguera que contradiz a versão apresentada pela Polícia Militar.
Leonardo morreu nesta quinta-feira (11), no Hugol, após quase um mês internado em consequência da amputação de uma perna e de uma queda de ponte de cerca de cinco metros durante uma perseguição policial.
• Imagens reveladas
No boletim de ocorrência, os policiais afirmaram que o jovem perdeu o controle da motocicleta sozinho ao passar por um quebra-molas.
Porém, as imagens de segurança mostram que a viatura da PM colide com a moto segundos antes da queda — elemento determinante para o desfecho que levou à morte do adolescente.
• Estava sem habilitação
Leonardo pilotava sem habilitação e tinha um passageiro, que sofreu fraturas, mas está fora de risco. O motivo do assassinato foi banal. E detalhe: policial nenhum tem o direito de atropelar as pessoas ou agir violentamente sem que quando haja risco real e iminente de vida para si, para outros policiais ou para terceiros.
Isto é um absurdo. A perseguição começou após uma blitz e vai terminar em velório e caixão.
A família se deslocou para Goiânia para liberar o corpo e agora cobra esclarecimentos: por que a versão policial omitiu o impacto da viatura? E quem responderá pelo resultado fatal da ação?
• Apelo
A morte de Leonardo deve ser tratada como homicídio decorrente de intervenção policial e este caso não pode ser banalizado, pois uma vida foi ceifada.
Até quando a instituição da Polícia Militar será manchada por casos como este ou os falsos confrontos em um festival de mentiras e falsas narrativas?

















