• Recuo
O governo dos Estados Unidos retirou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de sancionados da Lei Magnitsky. O comunicado não apresentou justificativas para a reversão.
A medida encerra o episódio provocado após pressões da direita brasileiras que buscava internacionalizar disputas internas envolvendo o ministro.
• Movimento de Eduardo Bolsonaro
Em suas redes sociais, Eduardo Bolsonaro lamentou a decisão americana. A reação ocorre após ele próprio ter sido articulador central das denúncias que levaram à inclusão inicial do ministro na lista.
Em nota assinada com Paulo Figueiredo, Eduardo afirmou que “faltou coesão interna” no Brasil e agradeceu apoio do ex-presidente Donald Trump. O texto cita ainda uma suposta “crise de liberdades” no país, tese rejeitada por instituições brasileiras.
• Contexto das sanções
Quando Moraes foi incluído na lista, o governo americano mencionou o processo que tramitava no STF contra Jair Bolsonaro, então réu por tentativa de golpe de Estado após perder as eleições de 2022.
O ex-presidente foi condenado, em setembro, a 27 anos de prisão e cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. No mesmo período, Viviane Moraes também havia sido adicionada ao conjunto de sancionados.

















