• Pegou mal
Uma reunião política envolvendo Caiado (UB), o senador Flávio Bolsonaro (PL), o senador Wilder Morais (PL) e o deputado federal Gustavo Gayer (PL) terminou em clima de constrangimento. O que deveria ser articulação virou desconforto, segundo relatos de bastidores.
• Vem Tchuchuca…
Gayer construiu projeção política em Goiás ao confrontar duramente Caiado durante a pandemia da Covid-19, quando o governador rompeu com Jair Bolsonaro, se aliou a Luiz Henrique Mandetta e criticou o então presidente em entrevistas nacionais.
Nas eleições municipais, Gayer foi chamado de moleque por Caiado após uma operação da Polícia Federal na casa do deputado.
Agora, o mesmo Gayer aparece em postura compatível ao adjetivo que lhe foi atribuído, mas pulando no colo de Caiado, por isso já ganhou o apelido de “tchutchuca”.
• Dono da direita?
Nos bastidores, Gayer se comporta como se fosse o criador da direita em Goiás. O que levanta dúvidas: quem, afinal, lidera esse campo político no Estado? O eleitor vai fazer o jogo de Gayer e Caiado?
• Disputa aberta
O encontro ocorre em meio a um racha no PL. Caiado insiste em uma pré-candidatura presidencial que não decola nas pesquisas. Flávio Bolsonaro é tratado como nome ungido do bolsonarismo nacional.
Já Wilder Morais mantém discurso firme de pré-candidato ao governo de Goiás e, segundo o jornal O Popular, na Coluna Giro, não aceita abrir mão do projeto nem apoiar Daniel Vilela (MDB).
Segundo uma fonte, Wilder não teria gostado do comportamento de Gayer no encontro e reagiu. O resultado foi um “climão” generalizado.

















