• Jogo sujo
O debate sobre a atuação do Grupo Jornal Opção ganha outro peso quando se cruza verba pública e estrutura de comunicação do Estado. Dados de repasses citados por críticos do governo apontam que o Jornal Opção, o site Opção e o Opção do Entorno receberam R$ 2.593.706,96 somente em 2025 do Governo Caiado.
O ponto sensível é que a Secretaria de Comunicação, chefiada por Gean Carlo Carvalho, é justamente citada no processo do PL como peça estratégica da engrenagem denominada gabinete do ódio.
No caso, o Opção é responsável por um perfil editorial sangrento contra Perillo com golpes covardes e carniceiros.
• Esquema de desinformação
Na Representação do PL, o advogado Leonardo de Oliveira Pereira Batista afirma existir um “complexo e articulado esquema de desinformação” operado a partir da estrutura oficial do governo para beneficiar politicamente Daniel Vilela e prejudicar adversários.
Na decisão liminar, o relator Ivo Favaro registra que Gean Carlo Carvalho é apontado como “mentor e garantidor estratégico”, por controlar verbas, contratos e fluxos informacionais do Estado.
• O operador da rede
O mesmo documento caracteriza Filemon Pereira Miguel, superintendente de imprensa, como “braço operacional”, acusado de produzir e disseminar conteúdos “sabidamente falsos” usando listas de transmissão oficiais, canais institucionais e portais financiados com recursos públicos, agindo como se fosse um jagunço do jornalismo. Assim como fazem os cães e caça, alimentados, no caso, com o dinheiro público.

















