• Audiência
O Tribunal Distrital Federal de Manhattan, em Nova York, informou que Nicolás Maduro fará sua primeira aparição em juízo na próxima segunda-feira, ao meio-dia (horário local).
A sessão será conduzida pelo juiz Alvin K. Hellerstein. A esposa de Maduro, Cilia Flores, também deve comparecer ao tribunal.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que Washington não pretende governar a Venezuela, mas que vai usar o bloqueio do petróleo como forma de pressão política e econômica sobre o país.
• Europa
Os 26 Estados-membros da União Europeia divulgaram uma declaração conjunta pedindo “calma e moderação” diante da intervenção dos Estados Unidos.
O bloco reforçou que o direito internacional e a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU) devem ser respeitados.
• Legitimidade
Na nota, a União Europeia voltou a afirmar que Nicolás Maduro “não possui a legitimidade de um presidente democraticamente eleito” e defendeu uma transição pacífica para a democracia, liderada pelos próprios venezuelanos.
O texto também informa que o bloco mantém contato com os Estados Unidos e parceiros internacionais para tentar facilitar o diálogo.
Após a operação americana, um dos filhos de Maduro divulgou um áudio dizendo estar “bem” e “tranquilo”, afirmando ainda que “não vão nos ver fracos”.
Ele voltou a convocar mobilização popular, mesmo após os bombardeios que levaram à captura do pai.
• Sucessão
Com a retirada de Maduro do poder, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu interinamente a Presidência da Venezuela.
A decisão foi tomada pelo Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, que afirmou que a medida visa “garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da Nação”.
A Venezuela vive um momento de tensão máxima, com pressão internacional, mudanças no comando do governo e incertezas sobre os próximos passos políticos e econômicos do país.

















