Diplomacia
• O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, formalizou convites a líderes internacionais para integrar o chamado “Conselho da Paz”, iniciativa criada para conduzir a transição política, a segurança e a reconstrução da Faixa de Gaza. Entre os convidados estão o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, além de chefes de Estado da Argentina, Turquia, Egito e Canadá.
Convite ao Brasil
• O convite ao governo brasileiro foi encaminhado na última sexta-feira (16/1) por meio da embaixada do Brasil em Washington.
• Até o momento, o Palácio do Planalto ainda não se manifestou oficialmente sobre a participação no grupo.
• A proposta prevê a atuação direta dos países convidados na reconstrução institucional e política do território palestino.
Lista de líderes convidados
• Além de Lula, receberam o convite o presidente argentino Javier Milei, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi e o primeiro-ministro canadense Mark Carney.
• Milei já confirmou a participação e afirmou que a Argentina fará parte do grupo como “membro fundador”.
• Em declaração nas redes sociais, o argentino afirmou que seu país estará ao lado de nações que combatem o terrorismo e defendem a paz e a liberdade.
Plano para Gaza
• A criação do Conselho da Paz ocorre no contexto da chamada “Fase Dois” do plano de 20 pontos apresentado por Trump para o encerramento do conflito em Gaza.
• O enviado especial dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff, informou que o foco agora deixa de ser apenas o cessar-fogo e passa a tratar da desmilitarização e da governança do território.
• Segundo Witkoff, os Estados Unidos esperam que o Hamas cumpra integralmente suas obrigações, incluindo a devolução do último refém falecido.
• O enviado alertou que o descumprimento dos compromissos pode gerar consequências severas.
Discurso de Trump
• Trump afirmou que a primeira fase do plano resultou em níveis recordes de ajuda humanitária e abriu caminho para a transição política.
• O presidente norte-americano defendeu a instalação de um governo tecnocrático palestino, com apoio de países como Egito, Turquia e Catar, além da desmilitarização completa do Hamas.

















