sexta-feira , 6 março 2026
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Alerta ao TCM: Sandro Mabel insiste em contrato suspeito e coloca Humberto Aidar no centro da decisão

• O que aconteceu?

Em 2025, o Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) já tinha ligado o sinal vermelho. Um contrato da Prefeitura de Goiânia para sinalização viária foi suspenso por forte indício de sobrepreço, superior a R$ 9,7 milhões, envolvendo uma empresa de São Paulo e sem licitação, via adesão de ata.

Agora, o prefeito Sandro Mabel reaparece com a mesma empresa, muda pouco o valor e tenta empurrar o negócio outra vez. A pergunta é direta: o que mudou? Praticamente nada.

• De grão em grão, sem licitação

O modelo é o mesmo que o TCM já questionou: adesão de ata, dispensa de licitação e cifras altas. Em 2024, a empresa Jardiplan já tinha contrato de R$ 30,8 milhões.

Em 2025, a Prefeitura tentou ampliar para algo em torno de R$ 167 milhões, mas o Tribunal barrou. Agora, volta com um contrato de R$ 13,3 milhões, mas com a mesma lógica. Em Goiânia, pintar asfalto virou negócio milionário.

• Sobrepreço apontado

Na análise anterior, o TCM identificou que a minuta do contrato chegava a R$ 100,8 milhões, com pagamento R$ 9,7 milhões acima do valor de mercado. Mesmo assim, a gestão insiste. Tudo isso enquanto o prefeito fala em “calamidade financeira” e aperto nas contas. O discurso é de crise, mas a prática é de contrato gordo.

• Alô Humberto Aidar

Agora, o caso está nas mãos do conselheiro Humberto Aidar. O alerta é claro: trata-se da mesma empresa, do mesmo método e de um histórico recente já considerado irregular. Cabe ao Tribunal decidir se Goiânia vai virar almoço dessa gente ou não.

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