• Suspeita
A Polícia Civil passou a considerar que o juiz e auditor fiscal Samuel de Oliveira Magro, sequestrado e libertado nesta terça-feira (20), pode ter sido vítima do chamado “golpe do amor?”. Nesse tipo de crime, perfis falsos são criados em aplicativos de relacionamento para atrair vítimas a encontros presenciais.
• Mudança
Inicialmente, a polícia informou que o juiz teria sido escolhido de forma aleatória, em um sequestro-relâmpago na Avenida Rebouças, na Zona Oeste de São Paulo. Com novas informações, porém, os investigadores passaram a avaliar que o encontro pode ter sido previamente induzido. Samuel já havia relatado ter sido vítima desse mesmo golpe em 2021.
• Prevenção
Como medida de segurança, segundo a polícia, a vítima teria combinado uma palavra-chave com o companheiro para uso em caso de risco durante encontros. O caso reforçou a suspeita de que o crime não foi totalmente casual.
• Função
Samuel Magro é juiz do Tribunal de Impostos e Taxas (TIT), órgão vinculado à Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz). O TIT julga processos administrativos tributários e é composto por representantes da Fazenda e dos contribuintes, com mandatos de dois anos.
• Versão
Segundo o delegado Fábio Nelson, da Divisão Antissequestro (DAS), cinco criminosos foram presos. Ele afirmou que, até o momento, não há indícios de estudo prévio da rotina da vítima. O juiz teria sido abordado na noite de domingo (18), após parar o veículo, sendo levado para um cativeiro em Osasco.

















