Violência
• A Polícia Civil do Estado de Goiás concluiu o inquérito que resultou no indiciamento do vereador Eder Jorge Pimenta (srm partido), de Urutaí, de 51 anos, pelo crime de estupro. A apuração foi conduzida pela delegacia de Pires do Rio, e os autos já foram encaminhados ao Poder Judiciário para análise das providências legais.
Investigação
• O caso investigado teria ocorrido no fim de novembro de 2025 e envolve uma estagiária da Câmara Municipal de Urutaí.
• Segundo a Polícia Civil, o parlamentar teria convencido a jovem a acompanhá-lo sob o pretexto de realizar um trabalho fotográfico externo.
• Em vez de levá-la ao local combinado, ele teria conduzido a vítima até um motel em Pires do Rio.
Gravação da vítima
• Ao perceber a situação, a jovem passou a questionar o vereador e iniciou uma gravação discreta com o celular.
• As imagens registraram momentos de tensão e indicam que a vítima entrou em estado de pânico ao perceber que estava em um local diferente do combinado.
• Durante a gravação, a jovem deixou claro repetidas vezes que não consentia com qualquer contato íntimo.
Ausência de consentimento
• De acordo com o inquérito, a vítima manifestou sua negativa de forma explícita por mais de cem vezes.
• Mesmo assim, o investigado teria insistido nas investidas e praticado atos considerados pela autoridade policial como configuradores do crime de estupro.
• A gravação feita pela vítima foi considerada elemento central para o indiciamento do parlamentar.
Indiciamento
• Com base no conjunto de provas reunidas, o vereador foi indiciado por crime previsto no artigo 213 do Código Penal.
• A legislação prevê pena de seis a dez anos de prisão para casos de estupro.
• O Judiciário agora analisará o inquérito e decidirá sobre o oferecimento de denúncia.

















