Contradição
• Recém-filiado ao PSD, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, já protagonizou no passado uma série de ataques públicos contra o presidente da legenda, Gilberto Kassab. Em postagens feitas entre 2012 e 2015 nas redes sociais, Caiado chamou Kassab de “traíra”, “cafetão do Planalto” e afirmou que ele teria “caráter líquido”, além de acusá-lo de transformar a política em negociata.
Ataques públicos
• À época senador pelo DEM, Caiado criticava duramente Kassab, então ministro das Cidades no governo Dilma Rousseff.
• Em publicações no antigo Twitter, hoje X, o goiano afirmou que Kassab “sentava no colo do PT” e “rasgava a fidelidade partidária”.
• Em outra postagem, disse que Kassab tratava deputados como “garotas de programa” para viabilizar projetos políticos.
Criação de partidos
• Parte das críticas teve como foco a criação do PSD e, posteriormente, do PL, partidos liderados por Kassab.
• Caiado classificou as siglas como “partidos natimortos”, sem tempo de TV e fundo partidário.
• Segundo ele, as legendas serviriam para enfraquecer a oposição e inflar a base governista no Congresso.
Acusações de fraude
• Em 2015, Caiado afirmou que Kassab promovia “fraude à legislação eleitoral”.
• O então senador chegou a defender consulta ao Tribunal Superior Eleitoral para barrar as movimentações partidárias.
• Em outra postagem, escreveu que Kassab transformava a política em “corrupção e fraude eleitoral”.
Contexto histórico
• Em 2011, a criação do PSD provocou forte esvaziamento do DEM, partido ao qual Caiado era filiado.
• Mais de 15 deputados deixaram a legenda para integrar o novo partido de Kassab.
• Para Caiado, o movimento foi decisivo para enfraquecer a oposição naquele momento.

















