• Personagem do desenho infantil
O vice-governador Daniel Vilela (MDB), pré-candidato ao governo, resolveu vestir um figurino que não é dele. Chapéu, botina, cavalo, arrogância e discurso copiado do Caiado. Se fantasiou de Xerife Woody, o bonequinho de Toy Story.
Não cola. Fica caricato. Parece alguém tentando interpretar um papel que não entende — e pior, sem personalidade própria. Logo, a chanchada do Daniboy.
Daniel Vilela virou o clássico “Maria vai com as outras”. Influenciável, moldável, sem eixo. O rapaz troca de fantasia conforme o marketing.
• Menino da barbicha
Há tempos os marqueteiros tentam “consertar” a imagem. Disseram para deixar a barbicha crescer para tirar a cara de menino. Não funcionou. Virou menino barbudinho.
Mandaram tirar a barba. Agora botaram chapéu. Resultado: menino de chapéu. Nenhum truque cria pulso, autoridade ou liderança onde não existe. Está cada dia mais ridículo.
• Bravata de segurança
A tentativa de Daniel em posar como dono da polícia, dizendo que será mais malvado que Caiado em discursos oficiais, beira o constrangimento.
Segurança pública não é bravata, não é vídeo ensaiado, não é grito grosso. É gestão, comando, credibilidade e a Polícia Militar, Instituição, não precisa do Daniboy para provar que é competente.
Repetir o discurso falido do caiadismo não transforma ninguém em líder — só em caricatura, bonequinho manipulável.
• Meninão influenciável
A coisa todo mostra que Daniel é altamente influenciável. Ao tirar a fantasia, se mostra o que sempre foi, um eterno filhinho da mamãe que passou férias na Disney em dezembro.
Daniel Vilela tenta vender um personagem que não se sustenta no primeiro contraste com a realidade. Falta ao menino Daniboy personalidade própria para governar Goiás.
Cristiano Silva
Editor

















