• O passado não mente
As imagens de arquivo das pesquisas eleitorais de 1989 escancaram um fato: Caiado nunca teve voto nacional.
Naquele ano histórico, quando o Brasil escolhia o presidente após a ditadura, Caiado apareceu nas pesquisas com traço, 0,4%, 0,8%, sempre no fim da fila.
Enquanto nomes como Brizola, Lula, Covas e Maluf e Silvio Santos apareciam no topo, Caiado era figurante.
• Quase quatro décadas depois…
Passaram-se 37 anos. Mudaram os partidos, mudaram os discursos, mudou o figurino. Mas o resultado é o mesmo.
Hoje, nas pesquisas nacionais para presidente, Caiado continua patinando em 1%, 1,5%, sem conseguir furar a bolha regional de Goiás.
• Baixo clero
Caiado sempre foi isso: político regional, com discurso duro e muita bravata. Fora de Goiás, porém, o Brasil nunca comprou a ideia. Em 1989, não comprou. Em 2026, também não está comprando. O único problema é que dessa vez o dinheiro da pré-campanha está saindo dos cofres públicos de Goiás.

















