Violência
• Um cabo da Polícia Militar do Paraná, identificado como João Ricardo Pinheiro de Araújo, de 42 anos, foi preso em Aparecida de Goiânia suspeito de manter a própria prima, de 56 anos, em cárcere privado por 39 dias. A prisão ocorreu no domingo (1º), após a vítima conseguir fugir e denunciar o crime à Polícia Militar de Goiás.
Cativeiro
• Segundo a PM, o policial chegou a Aparecida de Goiânia no período do Natal, alegando que realizaria exames médicos.
• Desde então, ele passou a controlar a rotina da vítima dentro da residência.
• A mulher relatou que era ameaçada com arma de fogo e impedida de sair sozinha.
Agressões
• Em depoimento, a vítima afirmou ter sofrido agressões físicas, principalmente nos últimos dias em que esteve sob domínio do suspeito.
• Para esconder os ferimentos, ela era obrigada a aplicar gelo sobre os hematomas.
• As agressões, segundo o relato, eram acompanhadas de intimidações constantes.
Fuga
• A vítima conseguiu escapar ao convencer o primo a deixá-la ir até uma padaria.
• Para sair de casa, ela precisou deixar o celular com o suspeito e só podia atender ligações no viva-voz.
• No trajeto, a mulher mudou de rota, foi até a casa do filho e acionou a Polícia Militar.
Prisão
• Os policiais foram até o endereço da vítima e prenderam o suspeito em flagrante.
• Durante a ação, uma arma de fogo foi apreendida.
• O homem foi encaminhado para a Corregedoria da Polícia Militar, em Goiânia.
Defesa
• O policial negou as agressões e afirmou que mantinha um relacionamento amoroso com a prima.
• Segundo ele, os conflitos teriam sido motivados por crises de ciúmes.
• A versão será analisada no decorrer das investigações.

















