• O usurpador
Caiado tem a certeza de que o mundo gira ao seu redor. Na cabeça dele, quem o apoiar politicamente está fazendo um favor para si mesmo. Quando Caiado deixa alguém apoiá-lo, age como se estivesse fazendo um gesto de generosidade, do alto de sua arrogância.
• Usa e joga fora
Caiado troca de amigos, como se fossem roupas usadas. Os antigos, ele já sugou e descartou, e jogou fora. Vamos lembrar de alguns casos.
Em 2014, Caiado oi eleito senador nas costas de Iris Rezende e nunca retribuiu. Em 2018, foi bancado pela estrutura aérea e financeira de Wilder Morais, que hoje é esfaqueado politicamente pelo próprio Caiado.
• Usou o Agro e traiu
Em 2022, Caiado foi alavancado pela estrutura da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), comandada por Zé Mário Schreiner e depois deu uma “banana” para os produtores rurais. A cereja do bolo foi a taxa do Agro.
• Destruiu Lissauer
Lissauer Vieira, então presidente da Assembleia Legislativa, fez tudo que Caiado quis, absurdos inenarráveis. Foi usado até o último fio de cabelo.
Depois Caiado vetou as candidaturas de Lissauer uma por uma, prometendo e não cumprindo.
Primeiro, veio a promessa de ser vice-governador e nada. Depois, promessa de candidatura ao Senado e nada. Depois, promessa de vaga no Tribunal de Contas e nada. Hoje, Lissauer é nada — ficou no prejuízo político.
• Bruno Peixoto, Lissauer 2
Bruno Peixoto é visto diariamente como subalterno de Caiado e foi vetado quando quis disputar a Prefeitura de Goiânia. Caiado não aceitou, traiu Bruno, apoiou Jânio Darrot e, depois, descartou Jânio Darrot para apoiar Sandro Mabel.
• Daquele modelo
Esse é o Caiado: não monta grupo, não constrói estrutura coletiva. Ele troca, trai e descarta conforme a cabeça e o humor. Agora repete o roteiro dentro do Partido Social Democrático (PSD) com Vanderlan Cardoso, tentando empurrar o senador para fora do próprio espaço. Quem acha que vai fazer grupo político com Caiado se engana. Ele sempre trai no final.
Cristiano Silva
Editor

















