• Contagem regressiva
Faltam 30 dias para o fim do governo Caiado, que arrochou o servidor público e prometeu muito mais do que entregou. Basta lembrar o próprio slogan de campanha: “Arrocha Goiás”. O que se viu, ao longo da gestão, foi o arrocho no sentido literal — apertar, espremer e maltratar o povo goiano.
• Saúde sob pressão
Podemos começar pela saúde pública. Um governador médico que, na prática, deixou a área marcada por dificuldades enquanto bilhões em contratos foram destinados às organizações sociais. Para quem depende do atendimento público, o resultado foi um sistema pressionado e cheio de reclamações.
• Arrocho em série
Arrochou o produtor rural com a criação da taxa do agro, que ele tinha prometido que nunca iria criar, e assim que foi reeleito a primeira coisa que fez foi instituir a cobrança.
Mandou leis imorais para a Assembleia Legislativa aprovar, leis que autorizavam o governo a entregar bilhões dessa taxa do agro para organização social e obras sem licitação.
Arrochou com obras escandalosas, com a construção de hospital apontado como muito acima do preço de mercado. Arrochou com viagens bancadas com dinheiro público em sua pré-campanha à Presidência.
Arrochou gastando dinheiro do povo goiano com publicidade enquanto sonhava em disputar o Planalto. Foi uma afronta. Arrochou vendendo o Ipasgo, arrochou vendendo o Hospital do Servidor, arrochou repassando o que restava do patrimônio da Celg e arrochou entregando o Serra Dourada.
• Conta chegando
Para servidores, para quem depende da saúde pública e para a população mais pobre que precisa de assistência social, o período foi de forte pressão. Goiás passou sete anos e três meses sob esse cenário. Agora, muita gente já conta nos dedos: faltam 30 dias para o fim do governo. E o grito que se ouve é um só — Caiado nunca mais.

















