• Risco na pista
O GP do Brasil de MotoGP terminou sob nova polêmica. Após atrasos na sexta-feira por chuva e no sábado por buraco na pista, o domingo foi marcado pela redução da corrida principal em oito voltas devido às condições do asfalto.
• Governo Caiado, uma vergonha
Na reta final, especialmente entre as curvas 10 e 12, o asfalto começou a se desfazer. Pilotos relataram que pedaços se soltavam e atingiam competidores durante a prova.
Álex Rins afirmou que foi atingido por um fragmento no dedo. Já Álex Márquez relatou pedras e desgaste acentuado do asfalto, classificando as condições como complicadas. O brasileiro Diogo Moreira também confirmou impactos e apontou aumento de buracos na pista.
A corrida principal foi reduzida de 31 para 23 voltas. A decisão foi tomada diante da deterioração progressiva do asfalto, que apresentava riscos ao longo da prova.
• Comparações com outros circuitos
O piloto Joan Mir afirmou que a situação lembrou o circuito de Mandalika, na Indonésia, onde problemas semelhantes também levaram à redução de corrida.
Os problemas ocorreram após reforma de cerca de R$ 250 milhões no autódromo pelo governo Ronaldo Caiado. Cabe ao Ministério Público conferir o real custo da obra e porque material de quinta categoria foi vendido aos goianos na reforma do Autódromo.

















