• Sem noção
Daniel Vilela (MDB) foi terceiro reserva do Goiás Esporte Clube e a impressão que passa é que por nunca ter saído do banco de reservas. Até parece que criou um trauma: ter que focar nessa coisa de esporte enquanto o pau quebra em Goiás.
A postura do governador “boa vida” é de quem ainda vive em concentração: mascando chiclete, arrastando chinelo, distante da responsabilidade de governar — só que agora não é futebol, é a vida de milhões de goianos.
• Visita ao autódromo em meio ao caos
Daniel Vilela foi ao autódromo de Goiânia se reunir com representantes e fiscais ligados à Fórmula Indy, discutindo possibilidade de evento esportivo. Uma agenda que poderia perfeitamente ser conduzida por secretários, mas foi assumida pelo próprio governador em meio a uma crise na Saúde.
Enquanto isso, a realidade da população é outra: corredores lotados, pacientes em macas e sofrimento constante. Mais de 100 mil pessoas aguardam cirurgias eletivas em Goiás, enfrentando demora e falta de estrutura.
• Prioridade invertida
A escolha de agenda escancara a inversão de prioridades. No momento em que a saúde pública exige presença, gestão e resposta, o governo direciona energia para eventos e articulações esportivas.
• O fiasco da MotoGP
O histórico recente reforça o problema. Foram quase meio bilhão de reais envolvidos na MotoGP, entre patrocínio e obras no autódromo — hoje sob questionamento por suspeita de superfaturamento. O evento terminou com problemas na pista, que chegou a se desfazer durante a corrida.
Mesmo após o episódio, o governo insiste no mesmo caminho: apostar em eventos, enquanto o povo morre nos hospitais públicos do governo Caiado/Daniel.

















