• Caroço do Pequi Bank de Daniel
O responsável pelo Stark Bank, Rafael Castro de Matos, foi citado em requerimento da CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas no Senado Federal.
Rafael foi intimado a prestar esclarecimentos sobre transações financeiras ligadas ao setor de apostas.
A comissão investigava suspeitas de manipulação de resultados no futebol e possíveis conexões com empresas de apostas e instituições financeiras.
A CPI pediu em março de 2025 o indiciamento de investigados por envolvimento em manipulação de resultados no futebol brasileiro.
• Quer botar a mão nos salários dos servidores
É justamente esse nome que agora aparece ligado ao chamado “Pequi Bank”, projeto de Daniel Vilela (MDB). Tem caroço nesse mingau. A proposta prevê a criação de uma estrutura financeira para gerenciar contas e oferecer crédito a beneficiários de programas sociais e servidores.
• Chamamento sem licitação
O Stark Bank chegou ao estado por meio de um chamamento realizado em dezembro de 2025, onde a fintech foi a única participante. O governo justificou a natureza do procedimento com as seguintes palavras: “este chamamento não constitui licitação, mas sim procedimento competitivo específico para seleção de parceiro estratégico”. Claro não houve competição. Estranho, não?
• Explicações
Diante desse cenário, a pergunta é inevitável: por que o governo Daniel Vilela buscou parceria com um nome que foi chamado a explicar operações financeiras na CPI sobre manipulação de jogos e apostas no Senado?
E mais: por que avançar com um modelo que pode colocar o dinheiro de servidores e beneficiários sob gestão de uma estrutura privada? Sem meias verdades: tem cheiro de calote no ar.

















