quinta-feira , 23 abril 2026
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Agir e IBGH, ligadas aos governos Ronaldo Caiado e Daniel Vilela, são alvo da PF por suspeita de corrupção na saúde

• Operação atinge gestão do governo

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram operações que atingem diretamente o modelo de gestão da saúde adotado pelos governos Caiado e Daniel Vilela em Goiás.

As organizações sociais Agir e IBGH, responsáveis por contratos milionários com o Estado, estão no centro da investigação.

• Esquema com dinheiro público

As apurações indicam suspeitas de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações. O esquema envolveria direcionamento de contratos, simulação de concorrência e superfaturamento de serviços pagos com recursos públicos. Entre os alvos estão o presidente da Ahpaceg, Renato Daher e o pai dele, Sérgio Daher.

• Propina dentro da estrutura estatal

Segundo a investigação, parte do dinheiro desviado era usada para pagar propina a servidores responsáveis pela fiscalização dos contratos, garantindo silêncio e permitindo a continuidade das irregularidades dentro da própria estrutura do governo.

Um dos focos é a gestão de recursos destinados ao combate à Covid-19, especialmente no Hospital de Campanha de Goiânia, administrado pela Agir durante a pandemia.

Um dos investigados é amigo pessoal do ex-secretário de Saúde Ismael Alexandrino (PSD), hoje deputado federal, gestor da pasta na época.

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