sexta-feira , 24 abril 2026
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Caso Cocalzinho: Ministério Público pede arquivamento de denúncia contra advogada e aponta ilegalidade em prisão feita por delegado que foi transferido da cidade

• Parecer desmonta acusação

O Ministério Público de Goiás pediu o arquivamento do inquérito contra a advogada Áricka Rosália Alves Cunha, ao concluir que não houve crime nas postagens feitas por ela.

O órgão apontou vícios na prisão realizada dentro do escritório da advogada, em Cocalzinho de Goiás. Segundo o parecer, não houve situação de flagrante que justificasse a medida.

• Críticas foram consideradas legítimas

Para o Ministério Público, as manifestações feitas pela advogada não ultrapassaram os limites da liberdade de expressão e não configuram crime. A promotora Bruna Lucas Amadeu afastou as acusações de desacato e desobediência, destacando que não há obrigação de cumprir ordem manifestamente ilegal.

• Fiança deve ser devolvida

O parecer também pede a devolução dos R$ 10 mil pagos como fiança pela advogada após a prisão. O delegado Christian Zilmon Mata dos Santos, responsável pela prisão, foi removido da cidade e transferido para Águas Lindas de Goiás.

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