• Autódromo interditado novamente
O governo Ronaldo Caiado e Daniel Vilela conseguiu destruir a pista do Autódromo de Goiânia, a um custo de quase R$ 1 bilhão para a realização da MotoGP, que agora será fechado novamente a partir de julho. Desta vez, toda a camada asfáltica da pista será removida e substituída.
A decisão ocorre menos de três meses depois da reabertura do autódromo para a MotoGP. A pista que antes era elogiada pelo mundo esportivo, passou por cerca de um ano de obras de modernização, apresentou problemas já nos primeiros grandes eventos, incluindo desgaste do asfalto, buracos e reclamações de pilotos.
• MotoGP teve buraco e corrida reduzida
Durante a etapa da MotoGP, um buraco chegou a se abrir na reta principal, atrasando o cronograma do primeiro dia de atividades. A direção também reduziu o tempo de corrida diante das condições da pista e dos riscos relatados pelos competidores.
• Stock Car voltou a expor falhas no asfalto
Após reparos pontuais e novo fechamento de 40 dias, o autódromo voltou a apresentar problemas na Stock Car. Pilotos reclamaram de asfalto solto, pedras na pista, falta de aderência e deterioração rápida em trechos que haviam passado por intervenção recente.
• Governo fala em garantia
Segundo a Goinfra, a substituição completa da capa asfáltica será feita sem novos custos para o Estado, por meio da garantia contratual da empresa responsável pela obra.
• Cronograma prevê pista parada até outubro
A obra terá duas semanas de fresagem, etapa em que a capa asfáltica é retirada, mais uma semana para ensaios, análises e calibração, além de quatro semanas para nova pavimentação. Depois disso, será necessário um período de cura de 60 dias. Na prática, o espaço deve ficar indisponível pelo menos até outubro.
Eventos previstos para o período das obras terão de ser reagendados ou cancelados. A nova paralisação atinge pilotos, equipes, organizadores e o público, que voltam a conviver com incertezas sobre a real condição técnica da principal pista de automobilismo de Goiás.

















