• Farra das pesquisas
Segundo uma fonte no Palácio, o grupo político de Daniel Vilela (MDB) pensa em pedir a suspensão da pesquisa do Instituto Veritá que apontou queda drástica dela nessa verdadeira “guerra de pesquisas”.
O Instituto Veritá teve pesquisas eleitorais suspensas, proibidas ou questionadas pela Justiça Eleitoral em diversos estados ao longo de 2026. As decisões apontam, em cada caso, problemas metodológicos ou possíveis irregularidades nos levantamentos.
• Em Goiás
O TRE-GO suspendeu liminarmente uma pesquisa após ações dos partidos Mobiliza e Solidariedade. A decisão citou indícios de divergência entre o questionário registrado e o aplicado aos eleitores, além de possível indução nas perguntas.
• Espírito Santo
O TRE-ES confirmou, por unanimidade, a irregularidade de uma pesquisa do instituto. Os desembargadores apontaram falhas metodológicas e deficiências técnicas que comprometeriam a confiabilidade do levantamento.
• Pernambuco
A Justiça Eleitoral suspendeu a divulgação de uma pesquisa após identificar indícios de inconsistências no plano amostral, além de questionamentos sobre a metodologia utilizada.
• Piauí
No Piauí, a Justiça proibiu a divulgação de uma pesquisa ao entender que havia indícios de perguntas capazes de influenciar a resposta do eleitor, caracterizando possível efeito de indução.
• Rondônia
O TRE-RO concedeu liminar suspendendo um levantamento após apontar inconsistências relacionadas às datas da pesquisa e dúvidas sobre o registro das informações.
• Sergipe
Em Sergipe, a Justiça proibiu a divulgação de uma pesquisa registrada para o Senado, mas que também continha perguntas sobre a disputa para o governo estadual, em desacordo com o registro apresentado.
• Santa Catarina
O TRE-SC suspendeu a divulgação de uma pesquisa do Instituto Veritá após identificar inconsistências no plano amostral.

















