• Campanha rachada
A campanha presidencial de Ronaldo Caiado (PSD) está dividida sobre como disputar os votos da direita com Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o Metrópoles, aliados de Gilberto Kassab e do candidato goiano não chegaram a um consenso depois de o presidente do PSD afirmar que Flávio teria “chance zero” de vencer.
Dentro de uma minoria do partido que ainda apoia a candidatura de Caiado, uma ala defende que ele aumente o tom e explore a falta de experiência administrativa do senador. Outra teme que os ataques afastem conservadores, deem ao goiano a imagem de oportunista e fortaleçam o adversário.
• Marqueteiro deixa o barco
A crise ganhou força com a saída de Paulo Vasconcelos, substituído por Marcos Carvalho no início oficial da campanha. A justificativa pública foi a necessidade de dedicação exclusiva e unificação do marketing. Nos bastidores, porém, a troca é atribuída à divergência sobre os ataques a Flávio.
À Folha de S.Paulo, Vasconcelos confirmou uma “diferença de estratégia”. Ele defendia que Caiado se apresentasse como alternativa da direita por meio de propostas, sem entrar imediatamente em confronto com o filho de Jair Bolsonaro.
• Influência de Gracinha
Informações atribuídas à CNN apontam que a guinada agressiva teria ocorrido sob influência de Gracinha Caiado. Ela teria alertado o marido sobre o baixo desempenho nas redes sociais e exigido uma mudança na comunicação, com ataques mais duros a Flávio.

















