Entre novatos e veteranos, Assembleia atual é a mais fraca e sem relevância da história de Goiás. Enquanto isso, o Congresso Nacional brilha

Na soma dos seus 41 deputados, entre novatos e veteranos, a Assembleia Legislativa que tomou posse em 1º de fevereiro e já soma quase dois meses de “funcionamento regular”, já pode ser classificada como a mais fraca e sem relevância de toda a história política de Goiás.

Por “funcionamento regular”, entenda-se apenas três sessões por semana, muitas da quais se encerrando pouco mais de uma hora depois de iniciadas. Sessões que começam às 15 horas e terminam às 18, ou seja, totalizando ridículas três horas de “trabalho” por dia.

Até agora, nenhum deputado se destacou. Nenhum projeto importante foi apresentado. Nenhuma ideia. Nenhum debate. Nenhum discurso. Nada, nada, nada.

Para a sociedade, não há diferença entre Assembleia em recesso ou realizando sessões. Se o Legislativo goiano desaparecesse subitamente no ar, ninguém notaria a falta.

Enquanto o Congresso Nacional brilha e se consolida como o centro do debate político nacional, a Assembleia aceita de cabeça baixa a sua insignificância, não tem uma agenda para o Estado e se mantém completamente isolada dos interesses do povo goiano.

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