domingo , 26 abril 2026
Goiás

Dois deputados federais goianos, ignorando os avanços da tecnologia e os direitos dos consumidores, votaram contra o Uber: Delegado Waldir e o petista Rubens Otoni

A votação do projeto de lei, na Câmara Federal, que pode criar complicações e até mesmo vir a extinguir o Uber, no Brasil, mostrou que parte dos deputados ainda se alinha com o corporativismo e com o atraso tecnológico, prejudicando os consumidores brasileiros.

Dois deles são goianos: Delegado Waldir, do PR, e Rubens Otoni, do PT.

Eles votaram a favor de um projeto que tenta impor limites ao Uber e também aprovaram de um destaque que obriga os motoristas do Uber a se registrar nas prefeituras e exige outras condições burocráticas que praticamente igualam o serviço ao de táxis.

Veja trechos do comentário do especialista Gesner Oliveira sobre a decisão sem pé nem cabeça da Câmara dos Deputados, com apoio dos goianos Delegado Waldir e Rubens Otoni:

1 – “Em um momento em que o maior drama do país é o desemprego, o projeto priva milhares de brasileiros da oportunidade de trabalhar e aumentar sua renda como motorista em um período particularmente difícil. Segundo a Uber, são mais de 50 mil motoristas cadastrados em todo o país, sendo 3 mil em Goiás, além de cerca de 13 milhões de usuários que fizeram ao menos uma viagem nos últimos 30 dias. Enquanto o projeto tramita no Congresso, os aplicativos da Uber, Cabify e 99 fazem investimentos, apenas em São Paulo, da ordem de US$ 300 milhões”.

2 – “A centralização burocrática da autorização e fiscalização dos motoristas em cada prefeitura é o caminho certo para a deterioração do serviço. Seria muito mais sensato estabelecer regras de qualidade e exigir das empresas privadas as melhores soluções para os consumidores. O direito de escolha do consumidor é sempre mais inteligente do que aquilo que o burocrata acha que é bom para todo mundo”.

3 – “É triste constatar que enquanto vários centros do planeta discutem novas tecnologias, carros elétricos, compartilhamento, veículos autônomos e diferentes sistemas multimodais de transporte para a população na cidade, a decisão da Câmara agride o bom senso e condena o país à marcha à ré no tempo”.

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