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sábado , 10 outubro 2026
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Discursos tanto de José Eliton quanto de Daniel Vilela falam em dar “um passo à frente”. Será que isso não é muito pouco para Goiás? Por que só “um passo”? Não seriam melhor dez, cem, mil ou dez mil “passos à frente”?

Em discurso em um evento do programa Goiás Na Frente, há poucos dias, o vice-governador José Eliton, candidato a base governista à sucessão de Marconi Perillo, disse explicitamente que chegou a hora de Goiás dar “um passo à frente”.

Na última quinta, no horário nobre da televisão, o deputado federal Daniel Vilela, do PMDB, também candidato a governador em 2018, apareceu dizendo que chegou a hora de Goiás dar “um passo à frente”.

Os dois candidatos convergiram nesse tal “um passo à frente”?

Mas não é muito pouco, leitor amigo? Por que só “um passo à frente” e não dez passos, cem, mil ou dez mil passos à frente?

Dar “um passo à frente” não seria muito pouco para o Estado dinâmico e repleto de expectativas de desenvolvimento como Goiás? Não seria um avanço mínimo? Não sugere apenas que o que o atual governo vem fazendo já está bom e que agora basta dar um reles “passo à frente”?

Tem algo de muito errado no marketing dos candidatos José Eliton e Daniel Vilela.

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