Fátima Gavioli foi demitida da Secretaria de Educação de Rondônia porque não conseguiu melhorar Ideb; seu sucessor deu conta

A futura secretária de Educação do governo Ronaldo Caiado (DEM), Fátima Gavioli, foi demitida do comando da pasta em Rondônia porque não conseguiu aumentar a nota do Ideb no Estado. Ela foi secretária de Confúcio Moura entre dezembro de 2014 e janeiro de 2017, e sua substituição por Florisvaldo Alves da Silva foi anunciada pelo vice-governador do Estado, Daniel Pereira, e pelas redes sociais.

Membro do Consórcio Brasil Central, Confúcio estava insatisfeito com o mau desempenho de seu Estado no Ideb. A irritação do governador aumentou à medida em que os parceiros do bloco avançavam na qualidade da educação, especialmente Goiás e Mato Grosso do Sul. Com Marconi Perillo, a educação goiana manteve alcançou o 1.º lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica em 2014, com o então secretário Thiago Peixoto. Ficou na 2.ª posição em 2016, e voltou à liderança nacional com Raquel Teixeira neste ano.

Com o sucesso no Ideb, o melhor entre os membros do bloco, Goiás passou a modelo a seguir seguido em todo o País e em especial no âmbito do Consórcio Brasil Central. A secretária de Confúcio chegou a duelar com a então secretária de Educação goiana, Raquel Teixeira, pela coordenação do setor no bloco. Foi vencida pela superioridade de Goiás no tema e acabou demitida.

Com a demissão do governo de Rondônia, Fátima Gavioli voltou a trabalhar como professora da rede estadual em Cacoal. Neste ano, se candidatou a deputada estadual pelo PSB, teve 4.344 votos e não se elegeu.

Que Fátima Gavioli consiga ao menos manter a 1.ª colocação no Ideb alcançada por seus sucessores Raquel Teixeira e Thiago Peixoto.