Governo de SP não para: Doria inaugura atendimento 24h de mais duas delegacias de defesa da mulher na capital

Governador João Doria inaugurou nesta sexta-feira (29) o atendimento 24 horas da 4ª (Norte) e 5ª (Leste) Delegacias de Defesa da Mulher. Com a implantação do atendimento ininterrupto nestas unidades, o Estado passa a contar com 10 DDMs funcionando 24 horas, sendo sete na capital. As demais funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h.

“Completando assim delegacias em todas as regiões da Capital de São Paulo. Agora temos na zona Leste, Sul, Oeste, Norte e a zona Central da cidade”, disse Doria. O evento aconteceu na sede da 4ª DDM, no bairro Nossa Senhora do Ó, na zona Norte de São Paulo.

Para o atendimento 24 horas por dia, além do efetivo lotado nas DDMs, há o reforço de 22 policiais, sendo 13 na 4ª DDM e nove na 5ª DDM. Estes policiais foram realocados de outras unidades.

A inauguração do atendimento 24 horas da DDM de Santos aconteceu na última quarta-feira (27). Na 2ª (Sul), 6ª (Santo Amaro), 7ª (Itaquera) e 8ª (São Mateus) DDMs da Capital ocorreu no dia 8 de março. A 2ª DDM de Campinas passou a ter atendimento ininterrupto a partir de 28 de fevereiro deste ano, a de Sorocaba desde 30 de janeiro e a 1ª DDM da Capital desde 2016.

“Com atendimento de mulheres, com delegadas, escrivãs e investigadoras para o atendimento de mulheres vítimas de ameaça, de violência ou de qualquer situação que coloque em risco a sua integridade física e moral”, afirmou o Governador.

Produtividade das unidades

Ao longo de 2018, a 4ª DDM instaurou 830 inquéritos policiais e expediu 251 medidas protetivas. Somente no primeiro bimestre, foram 64 inquéritos e 76 medidas. A 5ª DDM instaurou 489 inquéritos policiais e expediu 275 medidas protetivas no ano passado. Nos dois primeiros meses do ano, foram 81 inquéritos e 53 medidas.

Violência contra a mulher

São Paulo é pioneiro no combate à violência contra a mulher e conta com 133 DDMs, sendo nove na Capital, 16 na Grande São Paulo e 108 no Interior.

Além disso, todas as delegacias do Estado seguem o Protocolo Único de Atendimento, que estabelece um padrão para melhor acolher casos de violência contra a mulher. Todos os policiais são capacitados – os cursos de formação contemplam disciplinas direcionadas ao tema.