quinta-feira , 23 abril 2026
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Preso nesta terça, procurador da Alego integrava esquema judicial

• Esquema judicial

O procurador da Assembleia Legislativa de Goiás, Cristiano Oliveira Siqueira, alvo da operação policial desta segunda-feira (20), que investiga servidores públicos suspeitos de participar de um esquema de falsificação de documentos públicos e fraude no pagamento de impostos, também foi preso em agosto de 2024 por envolvimento em um esquema de venda de sentenças judiciais na comarca de Silvânia (GO).

• Envolvimento familiar

No caso das sentenças, as investigações apontam que o juiz Adenito Francisco Mariano Júnior, seus três filhos, advogados e assessores movimentaram recursos milionários de origem ilícita.

O grupo é acusado de comercializar decisões judiciais, com participação ativa de advogados e servidores públicos, incluindo o procurador da Alego.

• Operação fiscal

Na manhã desta terça-feira (20), a segunda fase da Operação Prince John resultou em outra prisão de Cristiano e os suspeitos por fraude fiscal. Servidores da Secretaria da Economia e da própria Alego estão entre os investigados, que responderão por:

⇒ Associação criminosa
⇒ Estelionato
⇒ Falsificação de documento público
⇒ Falsidade ideológica
⇒ Uso de documento falso
⇒ Corrupção passiva
⇒ Corrupção ativa
⇒ Extorsão

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