• Cerco fechado
O deputado estadual Eduardo Prado (PL) afirmou que o cerco está se fechando para o governador Ronaldo Caiado (União Brasil) após o Supremo Tribunal Federal suspender as obras sem licitação em Goiás.
Segundo o parlamentar, o governo agiu de forma intencional e consciente ao ignorar as recomendações do Ministério Público de Goiás.
• Ato deliberado
Eduardo Prado foi quem provocou a promotora de Justiça Leila Maria de Oliveira, pedindo que ela alertasse o governo sobre a ilegalidade do modelo adotado para o uso dos recursos da taxa do agro.
“Não foi ingenuidade. O governo sabia do risco e fez mesmo assim. É a escolha pela improbidade administrativa”, disse o deputado.
• Ofício
Em 28 de março de 2025, Prado enviou um ofício ao Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, solicitando providências contra a lei aprovada pela Assembleia Legislativa de Goiás, que permitiu a execução de obras públicas sem licitação, através do IFAG, uma organização social escolhida a dedo pelo governo Caiado.
• Recomendação ignorada
Mesmo após a promotora Leila Maria emitir recomendação formal para que o Estado não assinasse contratos com o IFAG, o governo avançou, liberando recursos e iniciando obras. A decisão do STF, que concedeu liminar para suspender os contratos, reforça o argumento de que a gestão Caiado desrespeitou a lei de forma deliberada.

















